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Uma questão de princípio

por Saltita, em 30.04.11

 

Mais do que a história de conto de fadas, que uma menina bonita e um príncipe, o mundo assistiu à ligação entre um povo e os seus monarcas em pleno sec. XXI.Milhares de pessoas acorreram a Buckingham Palace e fizeram-no de forma ordeira, alegre e espontânea. Confesso que senti para além de uma enorme vontade de lá estar, muita inveja e muita pena por não fazer parte de algo assim. Estas imagens não seriam possíveis no meu país por motivos que nem vale a pena mencionar. Aquelas pessoas estavam a viver um ideal colectivo por fazer parte de um momento da história que fica exactamente aí, na história. É isto que move as pessoas. Concluo que apenas os países e governantes que devolvem este sentimento aos seus cidadãos são dignos de ser governantes e de se chamar nações.

Mais uma vez parabéns ao povo Britânico, ao seu singular sentido patriótico, à sua resiliência em tempos difíceis e à sua capacidade de preservar o que merece ser preservado, valorizando as suas instituições seculares aos olhos do mundo e, por consequência, valorizando-se enquanto povo e nação. Ao jovem casal que tudo isto simboliza, desejo toda a felicidade do mundo. GOD SAVE THE QUEEN, uma questão de princípio.

 

publicado às 12:06

PERFEITO

por Saltita, em 29.04.11

Britain's Prince William and his wife Kate, Duchess of Cambridge, wave as they travel in the 1902 State Landau carriage along the Processional Route to Buckingham Palace (Pic:PA)

UM POVO, UM REINO. 

publicado às 20:42

9

por Saltita, em 27.04.11

publicado às 00:01

Uma obra de arte

por Saltita, em 26.04.11

(I know who the wolf is)

publicado às 22:57

Always a woman

por Saltita, em 26.04.11

publicado às 16:34

26 de Abril

por Saltita, em 26.04.11

Foram salientadas as dificuldades de agir perante uma opinião pública frequentemente amorfa e pouco ativa

 

Então parece que estes 4 se juntaram em jeito de cavaleiros da salvação nacional. Por entre olhares pesados e carrancudos, proferiram discursos à medida de cada um (literalmente). Todos apelaram à unidade, ao desígnio nacional, criticaram os políticos e os cidadãos amorfos. Sim, porque estes "anjinhos" acima de qualquer suspeita pairam numa nuvem de respeito e soberania que lhes permite "bater" nos ex-colegas de partido e nos cidadãos que os elegeram. Belo discurso de unidade. No meio está a virtude, de facto. Cavaco e Ramalho Eanes ainda me parecem ser os mais sensatos e bem intencionados. Nas pontas há algo que merece ser analisado. Aquele senhor do cravo, a quem muito devemos por sinal, ainda deve ter os recibos das viagens que fez à volta do mundo quando era PR. Dava jeito para abater nas despesas de representação. Pode ser que o FMI aceite. O da ponta, sem cravo, deve estar a gozar connosco. Então o homem que chegou a PR  por pura fala de elementos no casting, que foi responsável pela dissolução da Assembleia da República sabe-se lá porquê, precipitou o país para eleições antecipadas das quais recordo saiu vencedor o Sócrates, vem agora apontar culpas à sociedade civil ? Os cidadãos "calados" e "amorfos" são responsáveis pela crise? Culminou o anedótico discurso com um "dever de renovar a democracia não pertence apenas aos políticos". Concordo, pelo menos certos políticos que agora sacodem água do capote.

Pois esta cidadã amorfa e acéfala, de má língua inconsequente, declara o seu repúdio por semelhantes declarações e congratula-se por nunca ter votado em nenhum. Votei e votarei, como disse um capitão de Abril, "nem que seja em branco". Porque a voz do silêncio, senhores presidentes, também é para ser ouvida. E se os calados tivessem partido, os senhores não estariam aí sentados. Bom 26 de Abril.

publicado às 06:53

De regresso

por Saltita, em 25.04.11

Voltei do meu Alentejo. O das memórias, dos abraços, das muitas vivências que fizeram de mim quem sou. E lá estavam as mesas postas, os sorrisos, os quilos de calorias ingeridos sem culpa (sem muita culpa, ok), os silêncios, as paisagens e os cheiros do melhor pedaço deste país que adoro. Um mundo no meu mundo, onde tudo faz sentido guardado em imagens dentro ou fora do coração, mas sempre sempre inscrito em mim.Acabaram de mim enviar esta foto. Sou eu e a Estrunfina, duas moças roliças e estilosas que de uma forma ou de outra partilham genes, gargalhadas e um Alentejo sempre nosso. Hoje, adaptaram o estilo aos tempos modernos (apesar daquele chapéu branco ser à Queen e as meias rosa uma tentação), mas continuam a ser compinchas de cantorias e afectos. Coisas do destino que passam por lugares assim tão belos como o Alentejo e o nosso coração.Always.

( a não perder estas duas beldades daqui a 96 dias no concerto dos Bon Jovi).

publicado às 22:00

....

por Saltita, em 23.04.11

So, so you think you can tell Heaven from Hell,
blue skies from pain.
Can you tell a green field from a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?
And did they get you to trade your heroes for ghosts? 
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
And did you exchange a walk on part in the war for a lead role in a cage?
How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,
Running over the same old ground. 
What have you found? The same old fears.
Wish you were here.


publicado às 22:03

Time changes nothing

por Saltita, em 23.04.11

 

 

 

publicado às 16:06

Vamos lá falar

por Saltita, em 21.04.11

Quando alguém se levanta da cama porque decide escrever sobre o sentido da Páscoa, senta-se no computador e sem dar por nada esta imagem aparece em grande no monitor, parece que quer dizer alguma coisa. Certo?

Eu sei que provavelmente a imagem apareceu porque eu carreguei numa tecla, mas que tecla? E porquê esta imagem? A verdade é que nunca me aconteceu. Nem com esta nem com outra. Seja como for, vamos falar ...

 

Não consigo deixar de olhar para esta imagem e sentir uma profunda paz, a paz de quem em entende sem que eu precise de falar, a sintonia de quem observa as minhas imperfeições, de quem sente os meus motivos mesmo que me conduzam a caminhos errados. A isto chama-se fé. Muitas vezes esquecida no meio das coisas "importantes" do quotidiano, da confusão dos destinos fáceis, do medo das verdades irreconciliáveis com o estilo de vida moderno. Muitas vezes perco a minha fé, nas montanhas do dia-a-dia. Perco-a só para mais tarde a encontrar sempre a velar por mim nas curvas da estrada. Eu sei que Deus está lá, a olhar para mim. A olhar por mim, mesmo que eu não olhe para Ele.

Nesta altura do ano comemoramos a Páscoa. Para alguns e para muitos não passa de uma promoção de chocolates no hipermercado, para outros umas mini-férias, um momento para estar com a família. Raramente pensamos no verdadeiro sentido da Páscoa. Nesta altura do ano, passamos pelos momentos em que alguém cumpriu um destino. Um destino de amor e sofrimento, como qualquer amor que se preze. E no seu sofrimento e através dele mostrou-nos o caminho da salvação.

Amar a Deus é a nossa Salvação. É o nosso caminho. Ao contrário do que nos dizem, Ele ama-nos sempre, mesmo apesar das nossas imperfeições ou  daquilo que é socialmente "condenável". Jesus falou aos leprosos, às prostitutas, aos aleijados. Condenou sim a ganância dos poderosos. As nossas imperfeições são os nossos espinhos, mas a cruz foi Dele. Ele já sofreu por nós. Resta-nos cumprir o nosso destino bem mais leve e tal como ele sobreviver. Esta é a Páscoa. Vamos ser felizes.

publicado às 08:51

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