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Eu sabia...

por Saltita, em 29.03.10

Que havia um mar dentro de nós... Se certos dias valem por anos, hoje foi um deles.

publicado às 18:44

A não perder

por Saltita, em 28.03.10

Aconselho este filme.

A história é verídica, o argumento e o casting soberbos.

O Oscar para melhor actriz só poderia ir para a Sandra Bullock, certa que estou que a vida nem sempre é melhor nos filmes.

 

Mas isto é apenas um instinto protector a falar mais alto.

publicado às 00:53

Ele

por Saltita, em 26.03.10

Está encantador. Charmoso e meigo (finalmente). Esta está a ser idade em que eu mais estou a gostar de ser mãe.

É verdade que sinto falta do cheirinhos a bebé e das roscas de carne nas perninhas, mas esta fase de homem pequenino é deliciosa e bem menos cansativa.

Agora já temos brincadeiras em que eu faço de bebé. Ele acalma-me e diz que " o pai já vem", pergunta se eu quero leite e hoje foi buscar o bacio para eu fazer chichi. Neste momento, está no outro computador... a jogar.

Tenho de pensar a sério... mesmo a sério numa maninha para ele brincar...

 

publicado às 19:45

Próximos Filmes

por Saltita, em 25.03.10

Itália? Vinhos? Histórias de amor? Ainda vamos ter de esperar uns meses, mas este temos de ir ver. Why not ?

publicado às 19:30

Numa de II ...

por Saltita, em 24.03.10

 

A reflexologia  é uma técnica holística que defende que os pés representam um microcosmos do nosso corpo. Através de pressão podemos actuar em pontos reflexos precisos que correspondem a determinados orgãos e respectivas funções. Resolvi experimentar porque considero que os pés são uma das partes mais importantes do nosso corpo. São as nossas raízes.

O curso teve início há pouco tempo, mas mesmo assim já tive a oportunidade de constatar em mim e nos outros, um fundo de verdade que seria impossível obter de outra forma. Nada como a consciência do próprio corpo e da forma como as emoções nos afectam no dia-a-dia, para perceber que nada é mais importante que o nosso bem-estar integral: mente,corpo e espírito.

Neste mundo de gente louca, desculpem-me mas é mesmo assim, recorremos muitas vezes a sistemas artificiais de "escape". Se bem que por vezes até nem é má ideia, o equilíbrio tem forçosamente de passar pelo caminho do auto-conhecimento. A paisagem nem sempre é bonita, mas nunca poderemos mudar aquilo que não vemos.

publicado às 17:40

Ensino, um amor infeliz

por Saltita, em 23.03.10

Durante oito anos fui professora no ensino público.Escolhi essa profissão por vocação e gosto. Para mim ensinar é o resultado natural de gostar de aprender e não hesitei nas minhas escolhas. Tive na maioria dos meus professores os melhores exemplos de sabedoria, cultura e humanismo. No entanto, a minha passagem pelo ensino público, foi um amor infeliz. A primeira vez que me encontrei perante uma turma, foi no meu ano de estágio. Até há uns meses tiha estado nas cadeiras da universidade e em algumas delas a desejar que o professor nem me visse( história da língua)...lol. Sim, porque o respeitinho é muito bonito, mesmo quando se é adulto e se está porque se quer. Pois aqueles jovens pareciam não saber e ter raiva de quem sabia. Chocou-me o desinteresse e sobretudo a falta de educação. Com o tempo e o  meu mau feitio, dei-lhes a volta. A eles e a muitos outros. A muitos não foi preciso.A outros não fui capaz ( it takes two to tango). E quase todos guardo no meu coração. Gostei de ser professora, mas não hesitei em largar tudo e optar pela formação. Fi-lo porque tive essa possibilidade, mas também a coragem. E foi a melhor coisa que fiz. É assim que se faz aos amores infelizes. Guardam-se os bons momentos e segue-se em frente.

Este texto de Ricardo Vasconcelos do Correio do Minho, revela em muito a maneira como os professores são tratados em Portugal. Sem papas na língua, porque as consequências de um ensino pouco exigente só agoram começaram a ser visíveis. Mas algo me diz que o preço a pagar vai ainda ser mais caro. Temos gerações comprometidas pelo facilitismo.

Não importa a morte... o 'prof' até era louco!

Ricardo Miguel Vasconcelos

Segundo os jornais 'Público' e 'i', o professor de Música que se suicidou a 9 de Fevereiro deste ano, parou o carro na Ponte 25 de Abril, em Lisboa, e atirou-se ao rio Tejo. No seu computador pessoal, noticiam os dois diários, deixou um texto que afirmava: 'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio', disse o licenciado em Sociologia.
O 'i' coloca o 9B no centro deste caso, escrevendo que os problemas do malogrado professor tinham como foco insultos dentro da sala de aula, situações essas que motivaram sete participações à direcção da escola, que em nada resultaram.
E à boa maneira portuguesa, lá veio o director regional de Educação de Lisboa desejar que o inquérito instaurado na escola de Fitares esclareça este caso. Mas também à boa maneira deste país, adiantou que o docente tinha uma 'fragilidade psicológica há muito tempo'.
Só entendo estas afirmações num país que, constantemente, quer enveredar pelo caminho mais fácil, desculpando os culpados e deixar a defesa para aqueles que, infelizmente, já não se podem defender.
É assim tão lógico pensarmos que este senhor professor, por ter a tal fragilidade psicológica, não precisaria de algo mais do que um simples ignorar dos sete processos instaurados àquela turma e que em nada deram? Pois é. O 'prof' era maluco, não era? Por isso, está tudo explicado.
A Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL), à boa maneira portuguesa, colocou psicólogos na tal turma com medo que haja um sentimento de culpa. E não deveria haver? Não há aqui ninguém responsável pela morte deste professor? Pois é, era maluco, não era?
José Joaquim Leitão afirmou que os meninos e meninas desta turma devem ser objecto de preocupação para que não haja traumas no futuro. 'Temos de nos esforçar para que estas situações possam ser ultrapassadas. Trata-se de jovens que são na sua generalidade bons alunos e que não podem transportar na sua vida uma situação de culpa que os pode vir a condicionar pela negativa', afirmou.
Toca a tomar conta dos meninos e meninas porque não pode haver um sentimento de culpa. É verdade! O 'prof' era louco, não era?
Não estou a dizer que haja aqui uma clara relação causa-efeito. Mas alguma coisa deve haver. Existem documentos para analisar, pessoas a interrogar, algumas responsabilidades a apurar. Por isso, neste 'timing', a reacção da DREL é desequilibrada. Só quem não trabalha numa escola ou não lida com o ambiente escolar pode achar estranho (colocando de lado a questão do suicídio em si) que um professor não ande bem da cabeça pelos problemas vividos dentro da sala de aula em tantas escolas deste país.
Não se pode bater nos meninos, não é? Os castigos resultantes dos processos disciplinares instaurados aos infractores resultam sempre numa medida pedagógica, não é? Os papás têm sempre múltiplas oportunidades para defenderem os meninos que não se portaram tão bem, não é? É normal um aluno bater no professor, não é? É normal insultar um auxiliar, não é? É normal pegar fogo à sala de aula ou pontapear os cacifes, não é? É normal levar uma navalha para o recreio, não é? É também normal roubar dois ou três telemóveis no balneário, não é? E também é normal os professores andarem com a cabeça num 'oito' por não se sentirem protegidos por uma ideia pedagógica de que os alunos são o centro de tudo, têm quase sempre razão, que a vida familiar deles justifica tudo, inclusive atitudes violentas sobre os colegas a que agora os entendidos dão o nome de 'bullying'?
De que valem as obras nas escolas, os 'Magalhães', a educação sexual, a internet gratuita ou os apelos de regresso à escola, uma espécie de parábola do 'Filho Pródigo' do Evangelho de São Lucas (cap.15), se as questões disciplinares continuam a ser geridas de forma arcaica, com estilo progressista, passando impunes os infractores?
Só quem anda longe do meio escolar é que ficou surpreendido com o suicídio do pequeno Leandro ou com o voo picado para o Tejo do professor de Música. Nas escolas, antigamente, preveniam-se as causas. Hoje, lamentam-se, com lágrimas de crocodilo, os efeitos. O professor era louco, não era? Tinha uma clara fragilidade psicológica, não tinha? Pobre senhor. Se calhar teve o azar de ter que ganhar a vida a dar aulas e não conheceu a sorte daqueles que a ganham a ditar leis do alto da sua poltrona que, em nada, se adequam à realidade das escolas de hoje.

publicado às 16:09

Oui, oui

por Saltita, em 22.03.10

Qui parle bien le français?

C'est Saltita!

publicado às 22:21

Eh, Eh, Eh

por Saltita, em 21.03.10

publicado às 21:58

Dia do Pai ?

por Saltita, em 19.03.10

 Daddy, vou-te compensar. Prometo...

 

 

publicado às 22:55

Esquece lá isso...

por Saltita, em 19.03.10

Parece que os Bon Jovi não vão estar no Rock in Rio.

 

Certas coisas não podem acontecer de 13 em 13 anos.

 

Não admira que eu ande por aí sem inspiração....

publicado às 16:40

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