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Até já !

por Saltita, em 31.07.08

 

 

 

Vamos todos de férias ...Vamos passear, descansar e dar em doidos! Prometo voltar com a família mais unida que nunca!

 

publicado às 22:04

My favourite mistake

por Saltita, em 31.07.08

 

Na sequência do meu post sobre couves ( ainda estou à espera de mais argumentos) aproveito para falar do meu "favourite mistake": chocolate.

Gosto dele de todas as maneiras: no fondue, em barra, em pó, praliné. Banco, preto, com nozes... e por aí fora. Alguns machos latinos da dietética resolveram dizer que é o nourishment das mulheres sexualmente carentes ou em período de TPM! Como não sofro de semelhantes patologias aproveito para dizer que é bom, porque é bom ! Que mania de associar as coisas boas à falta de outras melhores ainda  ou a descontrolos hormonais! É uma falta de imaginação que dá que pensar !

Faz mal... Que se lixe ! Engora ? Mais uma hora a andar! Eu não sou mulher de abdicar das coisas boas da vida! Adoro, como e adoro que me ofereçam. Ao contrário da couve, é sexy (morangos e champagne, uiuui) e cheira bem ! Sei que há milhares de argumentos para preferir a maldita ao cremoso, mas a alimentação tal como a vida nem sempre se deve guiar por argumentos racionais.

Há dias li a seguinte frase que bem se aplica à inconfundível sensação do bom apreciador de chocolate: " Quando o coração sobe à cabeça, a emoção toma o lugar da razão e a paixão explode". E a vida sem paixão, não faz sentido. Vai um quadradinho?

 

publicado às 21:30

Amar Lisboa

por Saltita, em 28.07.08

 

 

 

 

 

Sou natural de Lisboa. Aqui nasci no ano de 1975, na então Maternidade da Ordem de S. Francisco, em rua paralela ao Chiado. Pode-se dizer que sou lisboeta de gema ,não fosse o telúrico sentimento que me liga a terras alentejanas. Para lá fui com poucos anos de idade e as minhas primeiras impressões não são da cidade grande, mas do cheiro do campo e do ondular das searas. Ali cresci e vivi até à altura em que troquei o Baixo Alentejo, pelo Alto do qual guardo gratas recordações  de uma vida de estudante dedicada, mas boémia.

Mais tarde, quis o destino e o bom senso que subisse mais na geografia deste Portugal e voltasse à minha terra natal. Não estou arrependida. Amo lisboa.

Olho para ela como a minha terra, mas também com olhar de viajante. É linda esta Lisboa que amanhece virada para o Tejo. Muito se perdeu, é certo. O turbilhão de carros e os barulhos que a ela afluem vindos dos seus menos polidos arredores podem turvar a sua beleza, mas jamais o sentimento que a envolve.

É delicioso o passeio pela Avenida da Liberdade, passando pelos Restauradores e entrando na Baixa. A Praça do Comércio espera-nos ao fim da Rua Augusta, como um convite para o Tejo. A Sé; a vista do alto do castelo de S. Jorge; as ruas de Alfama ou um subir da Rua do Carmo a ouvir um fado de rua, são pequenos luxos que os lisboetas se esquecem de reparar na sua azáfama quotidiana. Mas eu, como disse,tenho o olhar do viajante. E na Praça do Império este  percorre a modernidade do CCB e a intemporalidade dos Jerónimos. O aqueduto, a Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos e os museus ( coches, azulejo, traje, arte antiga), são memórias vivas da nossa história que muitas mãos teimam em apagar. Enquanto isso,  novas construções como o Parque das Nações e a zona adjacente projectam a cidade para o século XXI.

Cidade que se pode percorrer a pé, de eléctrico ou até mesmo de bicicleta, Lisboa é a cidade das impressões importantes, mesmo que não sejam as primeiras. Para amá-la de verdade é preciso saber olhá-la no fundo dos olhos onde a alma adormece.

 

 

 

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publicado às 19:59

Quem sai aos seus ...

por Saltita, em 27.07.08

 

Domingo à noite, cá estou. Hoje foi um dia feliz (mais um). O meu filho hoje deu-me mais umas alegrias.

Almoçou na praia, foi visitar o Convento de Mafra e portou-se muito bem. Correu pelas galerias como se fosse tudo dele( monárquico? ).Lanchou na esplanada. Fez adeus aos velhotes que estavam no jardim e  agarrou-se a todas as raparigas que lhe apareciam no caminho. Vai ser fresco, vai...

Como se tudo isto não bastasse o menino JP adormeceu no carro, com um livro nas mãos.

ISTO ESTÁ NOS GENES ! É comilão, culto e bon vivant! A nossa relação tem tudo para dar certo! Sim, estou apaixonada por ele!

 

publicado às 20:30

Odeio couves

por Saltita, em 26.07.08

 

 

Desta vez não é confissão. É um testemunho solene porque toda a gente que me conhece, conhece também o meu ódio às couves. Mas vamos aprender algo mais acerca  desse alimento repugnante.

Couve é o nome vulgar, genérico, de diversas variedades de uma espécie cientificamente denominada de Brassica Oleracea ( nome de sogra chata). A esta família pertence o também abominável nabo. A jóia da coroa parece ser a prima mostarda. Há sempre alguém que se safa, não é ?

Todos os seus descendentes são igualmente repugnantes. Veja-se a couve-bruxelas, a lombarda, a galega, a roxa. Já para não falar daqueles que só aparecem nos casamentos e funerais, como o repolho e nabiça ou os que chegam de supresa lá em casa. Sim, estou a falar dos bróculos...

Procurei intensamente blogs e sites de "cabbage haters", mas mais uma vez estou só. Só encontrei testemunhos de pessoas que salientam as propriedades anti-cancerígenas das ditas, de médicos e nutricionistas a falarem de qualidades vitamínicas e minerais, e ainda receitas de couve para quem não gosta de couve. Já sei que são boas para coisas igualmente nojentas como úlceras, lombrigas, diabetes e prisão de ventre.

Sinto-me isolada neste meu ódio e peço a todos os que participam neste meu cantinho o favor de me ajudarem a enumerar  razões para não comer couve. Como organizadora deste evento aqui lanço a 1ª pedra :

1- A couve cheira mal e uma coisa que cheira mal quando se cozinha não é boa para a saúde

Agora é a vossa vez ...

publicado às 16:10

Honit soit qui mal y pense

por Saltita, em 26.07.08

 

 

 

Há já algum tempo que tenho vontade de escrever sobre esta senhora, mas, tal como para o Vanilla Sky, tive de encontrar o momento certo para a confissão. Embora não seja disso que se trata, porque não morro de amores pela primeira dama francesa. Contudo, não posso deixar de reparar nalguns detalhes.

É muito charmosa e elegante, veste bem, sabe estar e o facto do Bush dizer que ela é é inteligente quase a prejudicava, não soubessemos nós o que isso significa para os homens como ele. Tem pose aristocrata e mais dinheiro num dedo que o Sarkozy no corpo todo. Além disso,canta bem. O seu album está nos tops!

Na minha opinião trata-se de uma ardilosa sedutora que gosta de conjugar o dinheiro e fama com o poder, e é precisamente aqui que entra o Nicholas (será que ele sabe ?).  Pronto vou confessar... ela fascina-me não por ser extraordinariamente bela, mas por ser uma mulher que  de Jackie Kennedy traz a discrição e a elegância, misturada com uma astúcia de Diana de Gales  e a independência da Sra Clinton.

E  um verdadeiro cocktail esta Bruni, cuja carismática figura me faz ainda lembrar uma outra mulher. Ttivesse Ana Bolena nascido neste século não precisaria de ter casado com o Henrique VIII porque era ele que afinal precisava dela. Ao menos sabemos que desta vez ninguém vai perder a cabeça...

publicado às 15:18

Vanilla Sky

por Saltita, em 25.07.08

 

 

Bem, parece que hoje estou outra vez inspirada. Ainda não acabei de ler o livro do Cadilhe e já tenho o Eat, Pray, Love encomendado ( estava esgotadíssimo). Entretanto, vamos a umas confissões sobre  cinema.

É verdade, confesso. Um dos meus filmes preferidos é com o Tom Cruise (blhaaaa...). e é FABULOSO! É um daqueles flmes que nos dão que pensar porque a sequência não é linear, as cenas envolvem surrealismo e o tema toca-nos bem fundo: e se de repente o inconsciente fosse consciente e vice-versa ? Confundidos ?

Para salvar o elenco estão lá a Penelope Cruz e a Cameron Diaz com excelentes prestações. No entanto, a qualidade do argumento supera a dos actores. Não desistam à primeira e vejam sempre mais uma vez.

Claro, seguindo as instruções : Open your eyes ... because without the sour,the sweet ain't sweet...

 

                                                                                            The saddest girl to ever hold a martini

publicado às 23:01

Nunca é sempre assim

por Saltita, em 25.07.08

 

 

Somos homem e mulher e esse facto, por si só, complica tudo. Somos o  melhor que conseguimos ser e nem sempre isso é suficiente, mas é tudo o que temos.

Ás vezes o pouco  é muito para  perceber como somos felizes. Outras vezes nada chega e é quando nos afastamos. Mas nunca é sempre assim...

 Nunca vamos muito longe a sós. Voltamos sempre para aquilo que sabemos ser o nosso lugar. É nos teus braços que me encontro.

Com palavras  te digo que o amor vence não pelo que vê, mas por aquilo que faz sentir. Tu fazes-me sentir que vale a pena, mesmo quando o olhar se desvia.

Obrigado, meu amor...

publicado às 20:08

Seguir Magalhães

por Saltita, em 18.07.08

 

 

Descobri a rota que pretendo efectuar durante a vida. Foi mais uma vez num livro que vou começar a ler. Chama-se " Nos passos de Magalhães" e é, claro, do Gonçalo Cadilhe.

É mais um sonho que espero concretizar aos poucos... Não me considero portuguesa em muitas coisas : detesto cozido , caldo verde e dispenso o cheiro da sardinha para além de não ter uma pinga de saudosismo (sorry). Gostos culinários e sebastianismos à parte, a minha alma lusitana é um fado por trinar. O som da guitarra portuguesa, a cor do mar e a vontade constante de estar noutro local estão, como se diz ," na massa do sangue". Tenho sempre vontade de me fazer a um território desconhecido e me misturar com os cheiros, as cores e as gentes de incerta parte. Caminho há só um ... mar adentro! Sim, devemos impor limites às coisas que gostamos, porque corremos o risco de as tornarmos banais. Contudo, nunca devemos impor regras à nossa felicidade- corremos o risco de viver sem percorrer o nosso próprio caminho...

 

 

publicado às 19:34

Sinais dos Tempos

por Saltita, em 16.07.08

 

Não sei se é dos 30, mas dou por mim a pensar na passagem do tempo.

Ás vezes perguntam-me se tenho saudades dos tempos da escola, da universidade e eu digo que não porque sinto que tudo foi especial como e quando aconteceu. Talvez se pudesse corrigir algo teria sido menos emotiva,mas aí não teria sido eu.

Tenho muitos sonhos por realizar e prefiro olhar para o futuro.

Acho que estou a viver um momento em que posso conjugar alguma experiência de vida e a sabedoria que ela traz com a alegria da juventude. Mas o tempo passa na mesma,independentemente da forma como olhamos para a vida.

Por isso talvez a melhor atitude seja valorizar cada instante em vez de lamentar o que já passou. Nas palavras de alguém que muito admiro " Não é o tempo que passa por nós, somos nós que passamos pelo tempo" e isso faz toda a diferença...

 

publicado às 21:56

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